“Te olvidaste de Louzán y de Rajoy, de Hermelino y de Feijó…”

Adaptaçom dumha rumba popular das Rias Baixas dos 80

Quem acreditar no jornalismo de investigaçom tal e como o praticou Pepe Rei, dificilmente poderá prosseguir sem certos prejuizos a leitura de Fariña quando o próprio autor se apresenta , na lapela do livro, como un jornalista que em “verano de 2015 juró fidelidad como reportero a El Español” de Pedro J. Ramírez, antítese do basco-galego e símbolo desse jornalismo de filtraçom que se baseia na proximidade dos poderes1. Porém, é de justiça reconhecer os méritos de um livro cujos avatares jurídico-mediáticos som de todo o mundo conhecidos e que foi capaz de, quando menos, pôr no centro do debate os vínculos entre o narcotráfico e a política. Dito isto, o público galego familiarizado com o tema nom poderá menos que sentir-se bastante dececionado pola pouca vontade de aprofundar nas raízes políticas do fenómeno que mostra Nacho Carretero, ficando com a sensaçom de que, mais umha vez, o discurso sobre o fenómeno do narcotráfico galego se recreia em excesso no exotismo para consumo externo enquanto deixa intatos os vínculos com as mais altas instáncias do poder, à vez que dá por bom –e reforça- o mui questionável relato dominante sobre o mesmo. Ressumindo ao máximo: as extravagáncias de Oubiña, sim; a acumulaçom originária do PP, nom. Os limites do pensável mantenhem-se blindados. Neste sentido Fariña é tam importante polo que cala como polo que di, e mais quando a informaçom disponível, contrastada e publicada previamente por outros meios sem ser jamais desmentida polos afetados, é ingente. No que atinge à corrupçom policial nom aborda nem a ponta do icebergue; na política deixa sair quase completamente imunes os dirigentes que ainda estám em ativo –nomeadamente Rajoy, Feijóo e Louzán-, contentando-se com sinalar os já retirados ou falecidos; na justiça assume as hagiografias de Garzón ou Vázquez Taín; no próprio narcotráfico nom inclui aqueles que pertencem à grande burguesia;e com o servilismo jornalístico, nem se mete. Muito menos, claro, com a droga como instrumento contra-insurgente ou a dimensom independentista da luita contra o narcotráfico.

Sirva a síntese que vem a continuaçom de homenagem à equipa de investigaçom do Novas da Galiza, que durante anos foi o último reduto do jornalismo de investigaçom no país a pesar da perseguiçom e criminalizaçom, e cujo trabalho nunca obtivo o seu justo reconhecimento. Toda a informaçom exposta a continuaçom procede das suas reportagens –glossadas no final do artigo para quem quiger aprofundar-, complementada por vezes com achegas de imprescindível Perfecto Conde2, polo que nada há aquí de novo senom, em todo caso, de “posta em valor”. Limita-se este artigo, pois, a recordar o que está a ficar fora do renovado relato sobre o contrabando e o narcotráfico na Galiza. Do que sobre isto tenho contrastado pessoalmente com alguns companheiros de encerro que som protagonistas das páginas de Fariña, nom acrescentarei nada por umha elemental questom de cortesia carcerária.

A acumulaçom originária

Muchas gracias por Fariña. Ya lo he leído. Está muy bien documentado”, escreveu Mariano Rajoy no cartom que enviou a Nacho Carretero em agradecimento polo livro3. E nom é de estranhar, pois o líder do PP sai bem –mesmo mui bem- em Fariña, onde é apresentado como o homem honesto que se teria enfrontado no seio do partido em Ponte Vedra ao sector dos narcos comandado por Pablo Vioque, o homem forte dos populares em Vila Garcia, relato sustentado em palavras de Carmen Avendaño e mesmo em umha cita anacrónica de Manuel Fraga. As fontes recolhidas nas reportagens do Novas da Galiza descrevem umha realidade mui diferente. Sendo o presidente do partido em Ponte Vedra durante os anos 80, Mariano Rajoy reunia-se com os capos do contrabando “para lhe darem conta do dinheiro numerário e em letras de cábmio que arrecadavam para o partido entre os contrabandistas, operaçons em que também participou o próprio Fraga Iribarne”. O próprio detonante do sequestro de Fariña a maos da juíza Alejandra Fontana, nom se esqueça, foi a denúncia do ex – alcalde do Ogrobe Alfredo Bea Gondar. Mas quem foi o que organizou umha multitudinária manifestaçom de apoio ao regedor popular quando este foi detido pola primeira vez?

Mario Puzzo abria O Padrinho com aquela cita de Balzac que di que “por trás de cada fortuna há um crime.” E isto é o que sucede na Galiza quando se fai a genealogia das fortunas que alimentárom as elites políticas e económicas do último século. O próprio Novas da Galiza evidenciou como o dinheiro nazi procedente da venda de volfrámio foi durante os anos da II Guerra Mundial a base da acumulaçom originária de conglomerados capitalistas tam importantes na Galiza contemporánea como o Banco Pastor, a Fenosa ou a Finsa4. Durante a chamada Transiçom, hegemonizada pola UCD de Adolfo Suárez e com a Alianza Popul de Fraga na oposiçom, o partido das origens do PP nom hesitou em aceitar dinheiro, vier de onde vier, para medrar o mais rápido possível. A pouco que se revise a história económica do PP, indistinguível da sua história de corrupçom, vê-se que a Galiza foi a matriz de muito do que se está a julgar atualmente nos tribunais. O florescente negócio do contrabando de tabaco e a sua evoluçom ao narcotráfico, jogou neste sentido um papel essencial. Segundo cálculos do Novas da Galiza, em aquela época o PP teria recebido perto de 2.000 milhons de pesetas, e alguns desses contribuintes foram “personagens sobejamente conhecidas como Vicente Otero ‘Terito’, José Ramón Barral ‘Nené’, Luis Falcón ‘Falconetti’, José Manuel Prado Bugallo ‘Sito Miñanco’, Manuel Ferrazo, Marcial Dorado, Manuel Carballo Jueguen, Manuel Nieto ou José Luis Vilela”. Já com a chegada ao poder dos populares, alguns destes contribuintes do partido começaram a branquear dinheiro através das instituiçons que controlavam. “Ainda que as operaçons venham de antigo –desde a Alianza Popular de Manuel Fraga-, o PP de Mariano Rajoy continua a fazer a vista grossa ao caso e permite que alguns destes “capos” utilizem mesmo as instituiçons públicas para branquear o dinheiro”5.

O discípulo de Nené

De todos os silêncios de Fariña talvez o mais gritante seja o que agocha o nome de Rafael Louzán Abal, que nom aparece mencionado nem umha soa vez em todo o livro. O que fora o todopoderoso presidente da Deputaçom de Ponte Vedra até às últimas eleiçoms municipais, protagonizou umha carreira política meteórica iniciada, quando ainda nom figera a maioria de idade, trabalhando de moço dos recados para o Concelho de Ribadúmia, governado entom polo narcocontrabandista José Manuel Barral ‘Nené’. Com o tempo obterá umha vaga de alguazil via recomendaçom, de forma irregular, pois nem completara os estudos primários. A esse trabalho era ao que se referia no seu curriculum de político Louzán quando se declarava “funcionário em funçons”. A proximidade com as elites políticas e económicas seria algo que o jovem alguazil soubo aproveitar muito aginha, começando a promover adegas e outros projetos empresariais financiados com dinheiro da Xunta. Aprendiz aventajado do ofício de cacique, foi-se especializando em conseguir para os vizinhos ajudas da Conselharia de Agricultura e da Deputaçom para a compra de invernadoiros, atividade que lhe custará problemas quando se descobre que estava a utilizar facturas falsas para ficar com umha percentagem, vendo-se obrigado a transladar o negócio para um escritório privado.

Ao mesmo tempo, Louzán participa também do choio do ume, ao parecer percebendo importantes somas de dinheiro de mao de “Sito Miñanco”, em troques de deixar-lhe depositar cargamentos de tabaco de bateia na casa da sua família meterna em Ribadúmia. O seu irmao, José Louzán, mesmo será detido nesses anos no Ogrobe quando intentava vender polos bares uns cartons de tabaco roubados desses depósitos. Entre 1993 e 1995 é o administrador de Automoción Villagarcía S.A., empresa criada polos contrabandistas que pugeram a Galiza no centro do tráfico europeu do tabaco e à Alianza Popular nos mandos do poder da província: ‘Nené’ e Vicente Otero ‘Terito’, o medalha de ouro e brilhantes do partido, grande amigo pessoal de Fraga.

Aos 20 anos já o integram nas candidaturas municipais do PP de Ribadúmia, obtendo o cargo de tenente de alcalde. Nas políticas municipais de ‘Nené’ já se alviscam algumhas das teimas políticas do futuro Louzán, como a teima na construçom de campos de futebol como ferramenta eleitoral. Posteriormente, e a proposta dos irmaos Barral e de Xosé Cuíña, dá o à política provincial, para em 1996 assumir a vice-presidência da Deputaçom que, afinal, começará a presidir em 2003. Entretanto, em 2000 substitui a Cuíña na presidência do PP de Ponte Vedra.

Na Deputaçom os seus negócios obscuros nom eram nengum segredo. Em 2001 o PsdeG-PSOE solicitará a sua comparecência para dar explicaçons polos seus vínculos mercantis com a Limvial S.L., administrado polo irmao de ‘Nené’, na altura presidente do PP de Ribadúmia, Feliciano Barral, quem também fora relacionado com o contrabando de tabaco. O PP, com maioria absoluta na Deputaçom, impediu que Louzán tivesse que dar conta dos seus negócios, mas a revista Kalegorria publicou que como administradora de Limvial figurava María Teresa Cores Fernández, a companheiro sentimental de Louzán.

Amigo íntimo de Rajoy e um dos seus homens de confiança na Galiza, Louzán manterá as suas relaçons com os contrabandistas a pesar do seu cárrego institucional. Segundo pudo saber o Novas da Galiza, juntos realizavam reunions periódicas em casas da comarca do Salnês em que se mesturava o prazer com os negócios. Nom lhe foi mal esta amizade a ex – contrabandistas como, por exemplo, José Luis Alfonso Galán, processado a começos da década de 1980 como integrante do grupos contrabandista Sito Barreiro, liderado por José Barreiro Fontán ‘Sito Carniceiro’. Quando o Governo de Feijóo anula o concurso de energia eólica do bipartito –decissom condenada finalmente pola fustiça- para voltar a repartir o pastel conforme aos seus interesses, a Vendavales Galaicos de Alfonso Galán, sociedade constituida apenas cinco meses antes, receberá a adjudicaçom de 18 megawatts.

Também participava destas reunions com o presidente da Deputaçom de Ponte Vedra Ramiro Rafael Martínez Señoráns, o “R” dos ROS, grupo contrabandista formado polo próprio Ramio, Olegario Falcón Piñeiro e José Ramón Prado Bugallo, mais conhecido como ‘Sito Miñanco’. Antes da formaçom do ROS relacionaram-no com o grupo conhecido como Mabros, dos citados Olegario e Sito Miñanco.

Quando en maio de 2001 cai numha operaçom do Servicio de Vigilancia Aduanera o seu padrinho político José Manuel Barral ‘Nené’, junto com o seu irmao Feliciano, aos que lhe interceptam no casi viguês de Guixar 430.000 maços de rubio valorados em mais de 990.000 euros, nom faltarám fontes que atribuam a queda a umha delaçom do próprio Louzán, o qual explicaria a inimizade posterior entre os dous. A outra versom recolhida polo Novas da Galiza aponta a Xesús Palmou como origem da delaçom.

As fotos de Feijóo

“Afinal as fotos no iate estám a perjudicar mais a Marcial que a Feijóo, que ainda há chegar a Presidente de Espanha”. Este comentário levava tempo a circular entre carcereiros da cadeia de Villabona onde Marcial Dorado cumpria prissom, depois de que o affaire das suas fotografias com Núñez Feijóo voltassem a estar de atualidade. Na realidade, o caso nom tivera no seu dia tanta transcendência a nível estatal, onde o de Monte Pío mantivera intata a imagem de honradez e renovaçom da que gozava. Na sua passagem polo programa La Sexta Noche, por exemplo, solventou facilmente a inevitável pregunta com umha confessom de ingenuidade em que ninguém acreditaria na Galiza. Tiveram de passar um par de anos até que Jordi Évole abordasse a polémica com certa preparaçom, armado simplesmente de hemeroteca (e é que o novo jornalismo já nom é que nom investigue, é que nem sequer fai clique). Contudo, o Novas da Galiza fora o primeiro meio a profundizar na intra-história dessas fotografias do Presidente com o contrabandista da Ilha de Arouça, dando as chaves da filtraçom da mesma e o quadro de luitas internas em que se contextualizava esse movimento tácito, sem que absolutamente nengum meio se figera eco do publicado. Talvez agora que Feijóo aponta alto aconteça o que outras vezes sucedera com as informaçons do Novas da Galiza: que as suas investigaçons sejam publicadas anos depois como exclusivas de meios estatais.

Segundo pudera saber a equipa de investigaçom, a filtraçom das comprometidas imagens procederia de seitores do PP de Ourense, mais conhecidos como ‘os da boina’, tradicionalmente ligados a Baltar e a Xosé Cuiña. Mais em concreto, a manobra que pretendia desgastar a imagem de Feijóo, ao mesmo tempo que a de Rajoy em Madrid, estaria protagonizada –mais umha vez- por Xesús Palmou e polo juíz José Antonio Vázquez Taín.

O primeiro, ex–comissário da política espanhola e ex–conselheiro de Justiça, pretendia acompanhar Rajoy como ministro do Interior ou Diretor Geral da Guarda Civil, aspiraçons vetadas polo líder do sector dos ‘do birrete’, Romay Beccaría, que junto com Dolores de Cospedal impujo a Ana Pastor e a Arsenio Fernández de Mesa –mais conhecido na Galiza como o ‘Cuco’ e de cujo passado bem se lembram os obreiros de Ferrol- para os respeitivos cárregos. Por sua parte, o juíz Taín, responsável junto com o chefe do SVA polo registo da casa de Marcial Dorado, origem das fotografias, mantém amizade íntima com Palmou desde que este o nomeara diretor do Centro de Estudos Judiciais e Segurança Pública da Galiza, e também viu frustrada a sua desmesurada ambiçom política quando Rajoy nom lhe proporcionou nengum cárrego.

A frustraçom compartida por ambos os dous ourensanos estaria na raíz da filtraçom das fotografias ao El País, que de una revelaçom de dados sobre o financiamento ilegal e que pujo diretamente na picota outro homem importante do sector da boina: Pablo Crespo, também por Cuiña na Deputaçom de Ponte Vedra. Seja como for, o ex–polícia Xesús Palmou aparece mais vezes como estratega destacado no uso de informaçom privilegiada nas guerras internas do PP: é a ele que umha parte do sector dos boinas lhe atribuem a queda em desgraça de Xosé Cuiña quando este era o sucessor natural de Fraga, através da filtraçom que permitiu relacionar ao de Lalim com a venda de material para a limpeza das praias em plena crise do Prestige, manobra que se produziu justamente depois de Fraga ter desvelado que iria nomeá-lo vice–presidente; e também é acusado segundo algumhas teorias da delaçom que teria dado com a detençom de José Manuel Barral ‘Nené’ em 2001.

Contudo, as fotografias comprometidas de Feijóo nom seriam as únicas. O Novas da Galiza publicava entom que também o próprio Mariano Rajoy “tem conhecimento da existência de fotografias suas om outro importante ex – capo do contrabando –nalgumha das quais apareceria junto a Manuel Fraga, seugndo puido confirmar o Novas da Galiza- que nom saírom à luz graças à intervençom do presidente da Deputaçom de Ponte Vedra, Rafael Louzán. Tal e como recolhe o jornalista galego Gustavo Luca de Tena no seu livro Fraga, retrato de un fascista, Rajoy nom era menos amigo que Fraga dalgum dos chefes do contrabando, como o caso de Vicente Otero, ‘Terito’, e era visto também com frequência na companha de José Ramón Barral ‘Nené’, Luís Falcón ‘Falconetti’ ou José Manuel Prado Bugallo ‘Sito Miñanco’”. No relatório que recebeu Manuel Fraga sobre as fotografias de Feijóo quando este marchou a Madrid a ocupar em cargo em Saúde, também haveria outras instantáneas de outros dirigentes do PP em companhai de pessoas relacionadas com este tipo de negócios ilícitos, caso de ex –alcalde de Sam Genjo, Telmo Martín, Ana Pastor, e o seu companheiro José Benito Suárez, tenente de alcalde e concelheiro em Ponte Vedra com o próprio Martín.

Quanto à amizade entre Feijóo e Dorado, o Novas da Galiza escrevia: “fontes próximas à família do narcocontrabandista reconhecem que a adquisiçom de umha estaçom de serviço por parte de Dorado através de Manuel Cruz –chofer de Romay Beccaría e testa-de-ferro do narco, que à sua vez foi comprada a Evaristo Juncal Carreira, um alto cargo da Junta que também atuaria como homem de palha dos traficantes- se produziu porque os contactos de Cruz no Governo galego lhe permitiam aforrar os trámites administrativos. Ao mesmo tempo, pessoas do contorno de Marcial sugerem que detrás do interesse do motorista de Romay Becaría em apresentar-lhe a Feijóo estaria “a sua intençom de ganhar pontos diante do capo porque talvez quigesse abandonar o seu posto de chofer e iniciar negócios conjuntos”. A bomba de gasolina terminaria finalmente nas maos de Pablo Vioque, outro ilustre narco do PP, que a explorou um tempo baixo o nome de Gasóleos de Caldas”.

Até o momento, o ruxe-ruxe carcerário de que o principal prejudicado pola filtraçom das fotografias está a ser Marcial Dorado, que vê dificultada a obtençom de benefícios penitenciários pola mediatizaçom do caso, nom parece de todo desacertado.

Hemerografia: O narcotráfico e o PP no Novas da Galiza

Novas da Galiza nº 10, setembro de 2003

-“A droga que financiou o Partido Popular”, capa.

-“Política e narcotráfico”, editorial, p. 3.

-“Partido Popular recebeu centos de milhons de pesetas de narcotraficantes e contrabandistas”, pp. 7-8-

-“Militante do PP responsável polo contrabando de umha tonelada de cocaínda”, p. 8.

-“Grandes bancos, amigos dos narcotraficantes galegos”, p. 9.

Novas da Galiza nº 23, outubro de 2004

-“A trama do financiamento irregular do Partido Popular”, capa.

-“Corrupçom estrutural”, editorial, p. 3.

-Salvador Rosa, “Descoberto o actual sistema de financiamento irregular do PP na Galiza”, pp. 7-8-.

-“Diferentes acusaçons de corrupçom”, p. 8.

Novas da Galiza nº24, novembro de 2004

-“Polícia e Guarda Civil protegem narcotraficante”, capa.

-M.Rodrigues e S.Rosa, “Narcotraficante da Arouça actua impunemente com a protecçom de diferentes corpos policiais”, p. 11.

Novas da Galiza nº 30, de 15 de maio a 15 de junho de 2005

-“Ex – ministros amparam os negócios ilegais dos grandes empresários do mar”, capa.

-“Os novos donos da costa”, editorial, p. 3.

– S. Rosa e H. Carvalho, “Os donos do mar enriquecêrom com negócios ilícitos ao amparo de altos corpos do Estado”, pp. 10-11.

Novas da Galiza nº 37, de 15 de dezembro de 2005 a 15 de janeiro de 2006

-“Rede galega lidera contrabando de tabaco destinado à Europa”, capa.

-“Corrupçom como norma”, editorial, p. 3.

-Mariano Barreiro H., “As máfias e as máfias policias”, p. 9.

-Salvador Rosa, “Empresário galego lidera umha das maiores organizaçons que introduzem tabaco de contrabando na Europa”, pp. 10-12.

-“Corruptos do SVA premiados polo PP”, p. 12.

Novas da Galiza nº100, de 15 de março a 15 de abril de 2011

-“PP mete no negócio eólico ex – contrabandista amigo”, capa.

-Salvador Rosa, “Ex – contrabandista ligados a Louzán recebem adjudicaçons milionárias no concurso eólico”, pp. 16-17.

Especial polo número 100

-Hilda Carvalho, “A investigaçom como eixo básico para o exercício do jornalismo”.

Novas da Galiza nº 125, de 15 de abril a 15 de maio de 2013

-“Sectores do PP filtrárom as imagens de Feijóo e Dorado”, capa.

-Salvador Rosa, “Sector ourensano quer frustrar aspiraçons políticas de Feijóo e desgastar Rajoy”, pp. 8-9-.

-S.R., “Financiamento ilegal: das redes do narcocontrabando ao dinheiro público”, p. 9.

1 Nacho Carretero, Fariña, Madrid, Libros del K.O., 2015.

2 Perfecto Conde, La conexión gallega. Del tabaco a la cocaína, Barcelona, Ediciones B, 1991.

3 Citado em Anxo Lugilde, “primer ‘match ball’ en Madrid”, El Progreso, 25 de fevereiro de 2018, p. 22.

4lHilda Carvalho, “Dinheiro nazi enriqueceu o Banco Pastor e serviu para a criaçom da Fenosa e a Finsa”, Novas da Galiza, nº 93, pp.16-17.

5 “A droga que financiou o Partido Popular”.